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Sula - A liberdade, o desejo e a ruptura no romance de Toni Morrison
Sula, de Toni Morrison, é um romance curto, denso e visceral sobre a amizade entre duas mulheres negras, a liberdade feminina e a fragilidade da moralidade. Com uma escrita poética e afiada, Morrison explora o desejo, a exclusão e os silêncios de uma sociedade marcada por racismo e repressão. Uma obra poderosa que questiona o certo e o errado e amplia nosso olhar sobre o amor, o corpo e a liberdade.
Pedro Sucupira
23 de fev. de 2021


O Olho Mais Azul — A infância negra sob o olhar cortante de Toni Morrison
O Olho Mais Azul, romance de estreia de Toni Morrison, conta a história de Pecola Breedlove, menina negra que deseja ter olhos azuis para ser amada. A autora constrói uma narrativa poética, feroz e profundamente crítica sobre racismo, padrões de beleza e exclusão social. Um livro curto e impactante que atravessa o leitor com sua dor, sua estética impecável e sua denúncia atemporal sobre o lugar da mulher negra na sociedade.
Pedro Sucupira
18 de fev. de 2021


Longo e Claro Rio, Liz Moore — Suspense social sobre vício, laços familiares e a vida real em Kensington
Longo e Claro Rio, de Liz Moore, é um romance policial que mergulha no universo da dependência química, dos laços familiares e da dor urbana. Ambientado em Kensington, na Filadélfia, o livro combina suspense e sensibilidade para retratar mulheres reais, complexas e marcadas pela exclusão. Uma obra poderosa sobre vício, maternidade, ausência e resiliência — escrita com humanidade rara e sem julgamentos fáceis.
Pedro Sucupira
16 de fev. de 2021


Frida Kahlo e as Cores da Vida, Caroline Bernard.
Frida Kahlo e as Cores da Vida, de Caroline Bernard, é uma ficção biográfica sensível e bem pesquisada sobre a icônica artista mexicana. A autora romanceia episódios reais da vida de Frida, abordando arte, dor, amor, política e liberdade feminina. Um livro acessível, ideal como porta de entrada para a trajetória da pintora. Com linguagem fluida, é uma leitura envolvente que aproxima Frida de novos leitores sem diluir sua potência.
Pedro Sucupira
11 de fev. de 2021


Alice no País das Maravilhas — Um mergulho filosófico no nonsense de Lewis Carroll
Publicado em 1865, Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, é mais que um clássico infantil. Com humor e nonsense, a obra esconde críticas à lógica, à identidade e à sociedade vitoriana. Esta resenha revisita a fantasia através de uma leitura lenta e atenta, revelando camadas filosóficas e simbólicas por trás dos personagens e diálogos que marcaram gerações. Um livro atemporal para leitores de todas as idades.
Pedro Sucupira
5 de fev. de 2021


Pesadelos e Paisagens Noturnas II — O lado mais humano e sombrio de Stephen King
Pesadelos e Paisagens Noturnas II, de Stephen King, reúne contos que exploram desde o horror visceral até reflexões humanas sutis. Nesta resenha, revisitamos os destaques da coletânea publicada no Brasil em dois volumes, destacando cenas tensas, personagens intrigantes e o lado mais pessoal de King. Uma obra plural, com momentos de medo, empatia e espanto — um convite a conhecer o autor para além do terror clássico.
Pedro Sucupira
4 de fev. de 2021


A Coragem de Ser Imperfeito — Uma leitura sobre vulnerabilidade, vergonha e autenticidade.
Em A Coragem de Ser Imperfeito, Brené Brown propõe uma reflexão poderosa sobre vulnerabilidade, vergonha e autenticidade. Com base em 12 anos de pesquisa, a autora desmonta mitos sobre perfeição e nos convida a acolher nossas imperfeições com coragem e empatia. Escrito com clareza e sensibilidade, o livro é um manifesto por uma vida mais honesta, leve e conectada com o que realmente importa: a verdade emocional.
Pedro Sucupira
3 de fev. de 2021


Pedro Páramo — O romance fantasma de Juan Rulfo que ecoa através do tempo
Publicado em 1955, Pedro Páramo é o único romance de Juan Rulfo — e um dos maiores clássicos da literatura latino-americana. A obra acompanha Juan Preciado em sua busca pelo pai, Pedro Páramo, numa Comala dominada por fantasmas e memórias. Esta resenha analisa o impacto da linguagem fragmentada, a densidade dos diálogos e a força simbólica da narrativa que transcende o tempo. Uma leitura curta, densa e inesquecível.
Pedro Sucupira
2 de fev. de 2021


A Mulher Ruiva, por Orhan Pamuk.
A Mulher Ruiva, escrito pelo autor turco Orhan Pamuk, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, foi minha primeira incursão pela literatura do Oriente Médio, e, devo dizer, uma experiência surpreendentemente rica. A leitura me apresentou um estilo narrativo muito diferente do que estou habituado, mais pausado, mais introspectivo, carregado de simbolismo e de camadas psicológicas sutis. E é justamente essa diferença que torna o romance tão interessante.
Pedro Sucupira
30 de jan. de 2021

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