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Os 10 Direitos Imprescritíveis do Leitor
Por que ler precisa ser útil? Inspirado em Como um Romance, de Daniel Pennac, este texto explora os 10 Direitos Imprescritíveis do Leitor e reflete sobre a leitura como experiência de prazer, liberdade e imaginação. Com diálogos entre Borges, Alberto Manguel, Roland Barthes e Umberto Eco, o ensaio questiona a transformação dos livros em obrigação e resgata a literatura como uma das formas mais ricas de entretenimento e descoberta humana.
Pedro Sucupira
21 de jun.7 min de leitura


Frida Kahlo e as Cores da Vida, Caroline Bernard.
Frida Kahlo e as Cores da Vida, de Caroline Bernard, é uma ficção biográfica sensível e bem pesquisada sobre a icônica artista mexicana. A autora romanceia episódios reais da vida de Frida, abordando arte, dor, amor, política e liberdade feminina. Um livro acessível, ideal como porta de entrada para a trajetória da pintora. Com linguagem fluida, é uma leitura envolvente que aproxima Frida de novos leitores sem diluir sua potência.
Pedro Sucupira
11 de fev. de 20213 min de leitura


Alice no País das Maravilhas — Um mergulho filosófico no nonsense de Lewis Carroll
Publicado em 1865, Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, é mais que um clássico infantil. Com humor e nonsense, a obra esconde críticas à lógica, à identidade e à sociedade vitoriana. Esta resenha revisita a fantasia através de uma leitura lenta e atenta, revelando camadas filosóficas e simbólicas por trás dos personagens e diálogos que marcaram gerações. Um livro atemporal para leitores de todas as idades.
Pedro Sucupira
5 de fev. de 20213 min de leitura


Pesadelos e Paisagens Noturnas II — O lado mais humano e sombrio de Stephen King
Pesadelos e Paisagens Noturnas II, de Stephen King, reúne contos que exploram desde o horror visceral até reflexões humanas sutis. Nesta resenha, revisitamos os destaques da coletânea publicada no Brasil em dois volumes, destacando cenas tensas, personagens intrigantes e o lado mais pessoal de King. Uma obra plural, com momentos de medo, empatia e espanto — um convite a conhecer o autor para além do terror clássico.
Pedro Sucupira
4 de fev. de 20213 min de leitura


A Coragem de Ser Imperfeito — Uma leitura sobre vulnerabilidade, vergonha e autenticidade.
Em A Coragem de Ser Imperfeito, Brené Brown propõe uma reflexão poderosa sobre vulnerabilidade, vergonha e autenticidade. Com base em 12 anos de pesquisa, a autora desmonta mitos sobre perfeição e nos convida a acolher nossas imperfeições com coragem e empatia. Escrito com clareza e sensibilidade, o livro é um manifesto por uma vida mais honesta, leve e conectada com o que realmente importa: a verdade emocional.
Pedro Sucupira
3 de fev. de 20213 min de leitura


Pedro Páramo — O romance fantasma de Juan Rulfo que ecoa através do tempo
Publicado em 1955, Pedro Páramo é o único romance de Juan Rulfo — e um dos maiores clássicos da literatura latino-americana. A obra acompanha Juan Preciado em sua busca pelo pai, Pedro Páramo, numa Comala dominada por fantasmas e memórias. Esta resenha analisa o impacto da linguagem fragmentada, a densidade dos diálogos e a força simbólica da narrativa que transcende o tempo. Uma leitura curta, densa e inesquecível.
Pedro Sucupira
2 de fev. de 20213 min de leitura


Deus, um delírio — Um ataque racional ao sagrado
No artigo sobre Deus, um delírio, exploramos a crítica incisiva de Richard Dawkins à religião, à fé e à doutrinação infantil. Com base científica e filosófica, Dawkins rejeita argumentos teístas, discute a moral sem Deus e defende a liberdade de pensamento. Um livro polêmico, mas necessário, que estimula o debate racional sobre crenças. Ideal para leitores críticos em busca de fundamentos seculares.
Pedro Sucupira
1 de fev. de 20213 min de leitura


A Mulher Ruiva, por Orhan Pamuk.
A Mulher Ruiva, escrito pelo autor turco Orhan Pamuk, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, foi minha primeira incursão pela literatura do Oriente Médio, e, devo dizer, uma experiência surpreendentemente rica. A leitura me apresentou um estilo narrativo muito diferente do que estou habituado, mais pausado, mais introspectivo, carregado de simbolismo e de camadas psicológicas sutis. E é justamente essa diferença que torna o romance tão interessante.
Pedro Sucupira
30 de jan. de 20213 min de leitura

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