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A Última Peça
“A Última Peça” é um conto sombrio e psicológico sobre Yamore, um colecionador consumido pelo excesso, pelo luxo e pela compulsão de possuir o raro. Misturando horror existencial, crítica ao consumismo, simbolismo demoníaco e reflexões sobre identidade, vazio e desejo, o texto dialoga com temas filosóficos ligados ao capitalismo, ao narcisismo e à transformação do ser em objeto.
Pedro Sucupira
14 de mai.7 min de leitura


A emancipação de Adão
“A emancipação de Adão” é um conto simbólico sobre ruptura, liberdade e construção da identidade. A narrativa acompanha um homem que rompe com uma figura paterna opressiva e inicia um processo de reconstrução de si. Com elementos filosóficos e referências arquetípicas, o texto discute controle, culpa, autonomia e a possibilidade de criar uma nova origem a partir da própria experiência.
Pedro Sucupira
16 de abr.16 min de leitura


Uma visita de Lúcifer
“Uma Visita de Lúcifer” é um conto filosófico e provocador que acompanha um escritor confrontado por uma entidade que desafia suas crenças sobre Deus, liberdade e identidade. A narrativa mergulha em temas como linguagem, desejo, moralidade e autoconhecimento, articulando filosofia e literatura em um diálogo intenso. Um texto sobre o abismo do ser, a construção do eu e a inquietante possibilidade de liberdade absoluta.
Pedro Sucupira
14 de abr.41 min de leitura


Garoto espancado não tem medo de espantalho
Neste conto de terror psicológico, acompanhamos Donzell, um jovem marcado pela violência, exclusão e busca por identidade, confrontando uma presença simbólica e aterradora: um espantalho que encarna culpa, vigilância e julgamento. Entre terror psicológico e crítica filosófica, a narrativa explora a construção da liberdade, a opressão moral e a coragem de existir contra o olhar condenatório da sociedade.
Pedro Sucupira
27 de mar.25 min de leitura


A imaginação de Ícaro Inácio Senhoril
“A imaginação de Ícaro Inácio Senhoril” é um conto que revisita os mitos de Ícaro, Sísifo e Tântalo para refletir sobre soberba, delírio de grandeza, frustração e autorresponsabilidade na era da validação e do protagonismo ilusório. Uma crítica contundente à cultura da expectativa inflada e à incapacidade de aceitar o papel possível no mundo real.
Pedro Sucupira
19 de fev.5 min de leitura

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