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História do Olho: resenha do livro de Georges Battaille
Nesta resenha de “História do Olho”, de Georges Bataille, analisamos uma obra radical da literatura francesa que explora erotismo, violência e transgressão. O livro provoca desconforto ao romper com limites morais e estéticos, apresentando uma narrativa intensa e perturbadora. Também discutimos a dimensão autobiográfica e filosófica da obra, revelando como o grotesco pode operar como expressão de conflitos internos e crítica social.
Pedro Sucupira
há 4 dias3 min de leitura


A emancipação de Adão
“A emancipação de Adão” é um conto simbólico sobre ruptura, liberdade e construção da identidade. A narrativa acompanha um homem que rompe com uma figura paterna opressiva e inicia um processo de reconstrução de si. Com elementos filosóficos e referências arquetípicas, o texto discute controle, culpa, autonomia e a possibilidade de criar uma nova origem a partir da própria experiência.
Pedro Sucupira
há 5 dias16 min de leitura


Uma visita de Lúcifer
“Uma Visita de Lúcifer” é um conto filosófico e provocador que acompanha um escritor confrontado por uma entidade que desafia suas crenças sobre Deus, liberdade e identidade. A narrativa mergulha em temas como linguagem, desejo, moralidade e autoconhecimento, articulando filosofia e literatura em um diálogo intenso. Um texto sobre o abismo do ser, a construção do eu e a inquietante possibilidade de liberdade absoluta.
Pedro Sucupira
14 de abr.41 min de leitura


Terminal 344
“Terminal 344” é um conto de terror psicológico que acompanha um homem preso entre vigília e sonho em uma rodoviária deserta. A narrativa explora paralisia do sono, distorções da realidade e o medo primordial do desconhecido, criando uma atmosfera crescente de tensão. Entre figuras inquietantes e espaços que se repetem, o texto mergulha o leitor em uma experiência angustiante, onde não há distinção clara entre sonho e realidade.
Pedro Sucupira
13 de abr.14 min de leitura


Decadência
“Decadência” é um conto que explora os limites entre fé, poder e manipulação em uma igreja que cresce até se tornar uma estrutura de controle. A narrativa revela como a espiritualidade pode ser instrumentalizada, transformando crença em mecanismo de dominação e lucro. Um texto sobre corrupção, submissão, identidade e o colapso de sistemas que se sustentam na exploração do desejo e da necessidade humana.
Pedro Sucupira
8 de abr.13 min de leitura


Devoradora de homens
“Devoradora de homens” é um conto intenso que articula crítica social, violência estatal e exploração mineral em uma narrativa simbólica e perturbadora. A história acompanha uma comunidade quilombola ameaçada pela mineração e revela, de forma alegórica, a terra como força viva que reage à destruição. Um texto sobre poder, resistência, memória e as consequências da exploração desmedida.
Pedro Sucupira
7 de abr.14 min de leitura


A mais recôndita memória dos homens: resenha do livro de Mohamed Mbougar Sarr
Nesta resenha de “A mais recôndita memória dos homens”, de Mohamed Mbougar Sarr, analisamos um romance denso e ambicioso que investiga autoria, memória e identidade. A narrativa acompanha a busca de um jovem escritor por um autor desaparecido, revelando reflexões profundas sobre literatura, pertencimento e as tensões do escritor africano no cenário contemporâneo.
Pedro Sucupira
6 de abr.3 min de leitura


A importância da raiva: por que precisamos resgatar aquilo que aprendemos a reprimir
Neste artigo, analisamos a importância da raiva e da agressividade como forças fundamentais da vida psíquica. A partir da psicologia, da psicanálise e da filosofia, discutimos como a repressão dessas emoções pode gerar ressentimento, vazio existencial e perda de identidade. O texto também explora o papel da raiva na construção de limites, na transformação pessoal e na resistência a estruturas de opressão.
Pedro Sucupira
1 de abr.8 min de leitura


A teoria do falso self de Donald Winnicott: quando a adaptação se torna uma forma de desaparecimento
Neste artigo, exploramos o conceito de falso self em Donald Winnicott e sua relação com o desenvolvimento da identidade. A análise mostra como a adaptação precoce às expectativas externas pode levar à formação de uma personalidade defensiva, ocultando o self verdadeiro. Discutimos também as implicações clínicas, o sentimento de vazio existencial e as críticas à teoria, destacando sua relevância na compreensão da subjetividade contemporânea.
Pedro Sucupira
31 de mar.8 min de leitura

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