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A Última Peça
“A Última Peça” é um conto sombrio e psicológico sobre Yamore, um colecionador consumido pelo excesso, pelo luxo e pela compulsão de possuir o raro. Misturando horror existencial, crítica ao consumismo, simbolismo demoníaco e reflexões sobre identidade, vazio e desejo, o texto dialoga com temas filosóficos ligados ao capitalismo, ao narcisismo e à transformação do ser em objeto.
Pedro Sucupira
há 21 horas7 min de leitura


A Mineralização da Condição Humana: Extrativismo, Capitalismo e a Crítica de Horacio Machado Aráoz
Uma análise do capítulo “Expropriação e mineralização da condição humana”, da obra Mineração, genealogia do desastre, de Horacio Machado Aráoz. O texto discute mineração, extrativismo, capitalismo, modernidade, autoexploração, subjetividade neoliberal e destruição socioambiental, articulando autores como Byung-Chul Han e Max Weber para compreender como a lógica extrativa transforma corpos, afetos e a própria vida em recurso econômico.
Pedro Sucupira
há 3 dias4 min de leitura


Como o Trauma Afeta Relações
Descubra como experiências traumáticas moldam relações amorosas, influenciam conflitos, medo de abandono, agressividade e vulnerabilidade emocional. Com base em autores como Winnicott, Bowlby, Melanie Klein, Gabor Maté e Bessel van der Kolk, este artigo analisa a relação entre trauma, apego, violência emocional, raiva defensiva e amadurecimento afetivo nas relações humanas.
Pedro Sucupira
há 6 dias12 min de leitura


A Ética da Sombra de Carl Jung: a diferença entre virtude e impotência
A partir das ideias de Carl Jung e Friedrich Nietzsche, este ensaio investiga a diferença entre virtude autêntica e impotência moral. Em vez de compreender a ética como ausência do mal, o texto propõe uma visão mais complexa: a verdadeira moralidade surge quando o indivíduo reconhece sua própria sombra — impulsos destrutivos, agressividade e ambivalência — e, ainda assim, escolhe conscientemente não sucumbir a eles. Uma reflexão sobre consciência, liberdade e natureza humana.
Pedro Sucupira
7 de mai.5 min de leitura


A aranha-mãe em um acaso é sempre um destino que se ignora
Em uma trilha isolada, um homem encontra um fauno colhendo pitangas para uma entidade ancestral conhecida como aranha-mãe. O que começa como curiosidade transforma-se em uma descida ao desejo, à sedução e ao horror cósmico. Misturando erotismo, mitologia, filosofia e suspense psicológico, o conto explora como o desejo pode nos conduzir não apenas ao prazer, mas à própria armadilha que nos devora.
Pedro Sucupira
5 de mai.9 min de leitura


A realidade é o melhor antídoto contra a ilusão de controle: por que o mundo corrige melhor do que a mente projeta?
Um artigo sobre a ilusão de controle e o papel da realidade como corretivo das projeções mentais. A partir de Daniel Kahneman, Epicteto e Karl Popper, o texto mostra por que pensar não substitui agir, como o excesso de planejamento pode gerar autoengano e por que o aprendizado real só ocorre no confronto com o mundo. Uma reflexão sobre ação, erro, adaptação e lucidez.
Pedro Sucupira
3 de mai.7 min de leitura


7 Princípios da Escrita Criativa: Uma Leitura de Escrita em Movimento, de Noemi Jaffe
Uma análise aprofundada de Escrita em Movimento, de Noemi Jaffe, explorando os sete princípios da escrita criativa: palavras, simplicidade, consciência narrativa, originalidade, estranhamento, detalhes e experimentação. O texto revela a escrita como prática dinâmica, crítica e aberta ao risco, oferecendo reflexões essenciais para quem deseja escrever com rigor, liberdade e densidade literária.
Pedro Sucupira
1 de mai.6 min de leitura


Mineração, genealogia do desastre — O extrativismo na América como origem da modernidade, de Horacio Machado Aráoz
Uma leitura crítica sobre o livro Mineração, genealogia do desastre, de Horacio Machado Aráoz. O texto revela como o extrativismo moldou a modernidade, perpetua desigualdades e transforma territórios e vidas em recursos. Uma análise densa sobre colonialidade, mineração, crise ambiental e a expropriação da condição humana na América Latina.
Pedro Sucupira
28 de abr.11 min de leitura


História do Olho: resenha do livro de Georges Battaille
Nesta resenha de “História do Olho”, de Georges Bataille, analisamos uma obra radical da literatura francesa que explora erotismo, violência e transgressão. O livro provoca desconforto ao romper com limites morais e estéticos, apresentando uma narrativa intensa e perturbadora. Também discutimos a dimensão autobiográfica e filosófica da obra, revelando como o grotesco pode operar como expressão de conflitos internos e crítica social.
Pedro Sucupira
17 de abr.3 min de leitura


A emancipação de Adão
“A emancipação de Adão” é um conto simbólico sobre ruptura, liberdade e construção da identidade. A narrativa acompanha um homem que rompe com uma figura paterna opressiva e inicia um processo de reconstrução de si. Com elementos filosóficos e referências arquetípicas, o texto discute controle, culpa, autonomia e a possibilidade de criar uma nova origem a partir da própria experiência.
Pedro Sucupira
16 de abr.16 min de leitura


Uma visita de Lúcifer
“Uma Visita de Lúcifer” é um conto filosófico e provocador que acompanha um escritor confrontado por uma entidade que desafia suas crenças sobre Deus, liberdade e identidade. A narrativa mergulha em temas como linguagem, desejo, moralidade e autoconhecimento, articulando filosofia e literatura em um diálogo intenso. Um texto sobre o abismo do ser, a construção do eu e a inquietante possibilidade de liberdade absoluta.
Pedro Sucupira
14 de abr.41 min de leitura


Terminal 344
“Terminal 344” é um conto de terror psicológico que acompanha um homem preso entre vigília e sonho em uma rodoviária deserta. A narrativa explora paralisia do sono, distorções da realidade e o medo primordial do desconhecido, criando uma atmosfera crescente de tensão. Entre figuras inquietantes e espaços que se repetem, o texto mergulha o leitor em uma experiência angustiante, onde não há distinção clara entre sonho e realidade.
Pedro Sucupira
13 de abr.14 min de leitura


Decadência
“Decadência” é um conto que explora os limites entre fé, poder e manipulação em uma igreja que cresce até se tornar uma estrutura de controle. A narrativa revela como a espiritualidade pode ser instrumentalizada, transformando crença em mecanismo de dominação e lucro. Um texto sobre corrupção, submissão, identidade e o colapso de sistemas que se sustentam na exploração do desejo e da necessidade humana.
Pedro Sucupira
8 de abr.13 min de leitura


Devoradora de homens
“Devoradora de homens” é um conto intenso que articula crítica social, violência estatal e exploração mineral em uma narrativa simbólica e perturbadora. A história acompanha uma comunidade quilombola ameaçada pela mineração e revela, de forma alegórica, a terra como força viva que reage à destruição. Um texto sobre poder, resistência, memória e as consequências da exploração desmedida.
Pedro Sucupira
7 de abr.13 min de leitura


A mais recôndita memória dos homens: resenha do livro de Mohamed Mbougar Sarr
Nesta resenha de “A mais recôndita memória dos homens”, de Mohamed Mbougar Sarr, analisamos um romance denso e ambicioso que investiga autoria, memória e identidade. A narrativa acompanha a busca de um jovem escritor por um autor desaparecido, revelando reflexões profundas sobre literatura, pertencimento e as tensões do escritor africano no cenário contemporâneo.
Pedro Sucupira
6 de abr.3 min de leitura


A importância da raiva: por que precisamos resgatar aquilo que aprendemos a reprimir
Neste artigo, analisamos a importância da raiva e da agressividade como forças fundamentais da vida psíquica. A partir da psicologia, da psicanálise e da filosofia, discutimos como a repressão dessas emoções pode gerar ressentimento, vazio existencial e perda de identidade. O texto também explora o papel da raiva na construção de limites, na transformação pessoal e na resistência a estruturas de opressão.
Pedro Sucupira
1 de abr.8 min de leitura


A teoria do falso self de Donald Winnicott: quando a adaptação se torna uma forma de desaparecimento
Neste artigo, exploramos o conceito de falso self em Donald Winnicott e sua relação com o desenvolvimento da identidade. A análise mostra como a adaptação precoce às expectativas externas pode levar à formação de uma personalidade defensiva, ocultando o self verdadeiro. Discutimos também as implicações clínicas, o sentimento de vazio existencial e as críticas à teoria, destacando sua relevância na compreensão da subjetividade contemporânea.
Pedro Sucupira
31 de mar.8 min de leitura


O Desespero em Kierkegaard: a doença do self e o drama de tornar-se si mesmo — Quando nos encontramos em desacordo com nossa própria identidade.
Neste artigo, exploramos o conceito de desespero em Søren Kierkegaard como uma condição existencial ligada à formação do self. A partir de “A Doença para a Morte”, analisamos como o filósofo compreende o conflito entre finitude e infinitude, identidade e liberdade. O texto também examina as formas do desespero e sua influência no existencialismo moderno, incluindo pensadores como Heidegger, Sartre e Camus.
Pedro Sucupira
30 de mar.9 min de leitura


A Tessitura da Noite: resenha do livro de Paulo Roberto Farias
Resenha de “A Tessitura da Noite”, de Paulo Roberto Farias, uma obra breve e profundamente sensível da literatura brasileira contemporânea. O livro constrói uma experiência introspectiva marcada pelo silêncio, pela fragmentação e pela densidade emocional de seu protagonista, Ariosto. Com uma escrita econômica e poética, o autor convida o leitor a desacelerar e habitar o texto, explorando aquilo que não se explica, mas se sente.
Pedro Sucupira
29 de mar.3 min de leitura


Deixa Eu Te Falar da Noite: resenha do livro de Paulo Roberto Farias
Resenha de “Deixa Eu Te Falar da Noite”, de Paulo Roberto Farias, um romance sensível da literatura brasileira contemporânea que transforma o cotidiano em experiência literária profunda. Acompanhamos Marla, uma protagonista cativante, em sua rotina simples, marcada por humor, autodescoberta e reflexões sutis sobre a vida, a sexualidade e os pequenos acontecimentos que, quando bem narrados, revelam a beleza escondida no ordinário.
Pedro Sucupira
28 de mar.3 min de leitura

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