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Eu Sou Dinamite!: A Biografia de Nietzsche por Sue Prideaux | Resenha Completa
Nesta resenha de Eu Sou Dinamite! A Vida de Friedrich Nietzsche, de Sue Prideaux, exploramos uma das biografias mais fascinantes já escritas sobre o filósofo alemão. A obra reconstrói a trajetória intelectual, emocional e física de Friedrich Nietzsche, abordando sua relação com Wagner, Lou Salomé, suas doenças, o colapso em Turim e as distorções promovidas por sua irmã Elisabeth. Um retrato humano, complexo e profundamente comovente de um dos maiores pensadores da modernidade
Pedro Sucupira
28 de mai.6 min de leitura


O Desespero em Kierkegaard: a doença do self e o drama de tornar-se si mesmo — Quando nos encontramos em desacordo com nossa própria identidade.
Neste artigo, exploramos o conceito de desespero em Søren Kierkegaard como uma condição existencial ligada à formação do self. A partir de “A Doença para a Morte”, analisamos como o filósofo compreende o conflito entre finitude e infinitude, identidade e liberdade. O texto também examina as formas do desespero e sua influência no existencialismo moderno, incluindo pensadores como Heidegger, Sartre e Camus.
Pedro Sucupira
30 de mar.9 min de leitura


A Morte de Deus em Nietzsche: entre o Abismo e a Aurora
Este artigo propõe uma leitura filosófica dos aforismos de Nietzsche sobre a morte de Deus, destacando suas implicações existenciais, morais e culturais. A partir de “A Gaia Ciência”, mergulhamos no impacto do niilismo e na abertura de um “mar aberto” de possibilidades, onde os antigos valores ruíram e a criação de sentido se torna responsabilidade humana. Uma reflexão entre o colapso metafísico e a aurora do espírito livre.
Pedro Sucupira
25 de jun. de 20259 min de leitura


ANSIEDADE
Neste poema sobre a ansiedade, refletimos sobre a diferença entre medo e angústia, explorando como o vazio e a ausência de sentido alimentam o desespero existencial. A ameaça sem forma, o não ser e a vertigem da morte surgem como o verdadeiro objeto da ansiedade, que não é concreta, mas abstrata. Uma leitura filosófica, profunda e sensível sobre o que é encarar o nada quando não há onde apoiar o olhar.
Pedro Sucupira
16 de mai. de 20251 min de leitura

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