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Ainda assim eu me levanto — A Voz Inquebrantável de Maya Angelou
Neste post, celebramos Ainda assim eu me levanto, de Maya Angelou, um dos poemas mais poderosos já escritos sobre negritude, dor e dignidade. A partir da leitura do livro Poesia Completa, o texto narra a força poética que Maya representa, especialmente como porta de entrada à poesia para leitores iniciantes. Uma homenagem à palavra que ergue, cura e afirma a existência. Maya é ancestralidade, brilho e revolução.
Pedro Sucupira
28 de mai.


Cinema Orly, por Luís Capucho – Resenha sobre desejo, marginalidade e liberdade.
Cinema Orly, de Luís Capucho, é um livro corajoso e lírico sobre sexualidade, marginalidade, afetos e resistência. A resenha explora a potência dessa obra queer publicada em 1999, que narra memórias do subsolo do desejo, da cidade e da liberdade. Mais que um livro sobre sexo, trata-se de literatura autêntica, política e afetiva que merece ser lida, lembrada e partilhada. Um gesto de coragem e lucidez em forma de diário íntimo.
Pedro Sucupira
28 de mai.


Devassos no Paraíso – A Homossexualidade no Brasil, da colônia à atualidade, por João Silvério Trevisan.
Descubra Devassos no Paraíso, obra essencial de João Silvério Trevisan que narra a história da homossexualidade no Brasil da colônia à atualidade. Com rigor, sensibilidade e coragem, o autor resgata figuras esquecidas, denuncia opressões e celebra a resistência LGBTQIAPN+. Um marco da literatura queer brasileira, este livro é leitura indispensável para quem deseja compreender a luta, a dor e o orgulho de ser quem se é.
Pedro Sucupira
27 de mai.


Toda Ansiedade Merece Um Abraço, por Alexandre Coimbra Amaral – Um livro sobre ansiedade, acolhimento e autenticidade..
Nesta resenha sensível, exploramos a obra Toda Ansiedade Merece Um Abraço, de Alexandre Coimbra Amaral, que transforma a dor em ponto de partida. Com linguagem acolhedora e poética, o autor propõe uma nova forma de lidar com a ansiedade, não como inimiga, mas como um convite à autenticidade e ao recomeço. Um livro para ler devagar, refletir e se sentir menos só.
Pedro Sucupira
27 de mai.

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