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A aranha-mãe em um acaso é sempre um destino que se ignora
Em uma trilha isolada, um homem encontra um fauno colhendo pitangas para uma entidade ancestral conhecida como aranha-mãe. O que começa como curiosidade transforma-se em uma descida ao desejo, à sedução e ao horror cósmico. Misturando erotismo, mitologia, filosofia e suspense psicológico, o conto explora como o desejo pode nos conduzir não apenas ao prazer, mas à própria armadilha que nos devora.
Pedro Sucupira
há 3 dias9 min de leitura

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