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ANSIEDADE
Neste poema sobre a ansiedade, refletimos sobre a diferença entre medo e angústia, explorando como o vazio e a ausência de sentido alimentam o desespero existencial. A ameaça sem forma, o não ser e a vertigem da morte surgem como o verdadeiro objeto da ansiedade, que não é concreta, mas abstrata. Uma leitura filosófica, profunda e sensível sobre o que é encarar o nada quando não há onde apoiar o olhar.
Pedro Sucupira
16 de mai de 20251 min de leitura

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